Pílulas do Conhecimento - Programa 4 - Conjunção
Conjunções são vocábulos que relacionam duas orações ou dois termos semelhantes da mesma oração. Quando não há dependência entre as orações, diz-se que as conjunções são coordenativas: relacionam termos ou orações de mesma função sintática. Quando há dependência, ou seja, quando uma determina ou completa o sentido da outra, diz-se que elas são subordinativas.
As conjunções, portanto, dividem-se em coordenativas e subordinativas.
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
1. ADITIVAS
Servem para ligar dois termos ou duas orações de idêntica função, adicionando-lhes uma ideia de adição, soma, acréscimo. São conjunções aditivas: e, nem, mas também, mas ainda, como também, bem como (depois de não só), mais (na matemática ou em linguagem regional).
Os livros não só instruem, mas também divertem.
Leonor voltou-se e desfaleceu.
2. ADVERSATIVAS
Ligam dois termos ou duas orações de igual função, acrescentando-lhes, porém, uma ideia de ressalva de pensamentos, que pode indicar oposição, retificação, restrição, compensação, advertência ou contraste. São conjunções adversativas: mas, porém, todavia, contudo, entretanto, senão (= mas sim), no entanto, não obstante, e (= mas).
O exército do rei parecia invencível, não obstante foi derrotado.
Apetece cantar, mas ninguém canta.
3. ALTERNATIVAS
Ligam dois termos ou orações de sentido distinto, indicando que, ao cumprir-se um fato, o outro não se cumpre, adicionando-lhes uma ideia de alternância, escolha ou exclusão. São conjunções alternativas: ou (repetida ou não), ora, já, quer, seja, talvez (repetidos) etc.
Os sequestradores deviam render-se ou seriam mortos.
Ora lia, ora fingia ler para impressionar aos demais passageiros.
As conjunções, portanto, dividem-se em coordenativas e subordinativas.
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
1. ADITIVAS
Servem para ligar dois termos ou duas orações de idêntica função, adicionando-lhes uma ideia de adição, soma, acréscimo. São conjunções aditivas: e, nem, mas também, mas ainda, como também, bem como (depois de não só), mais (na matemática ou em linguagem regional).
Os livros não só instruem, mas também divertem.
Leonor voltou-se e desfaleceu.
2. ADVERSATIVAS
Ligam dois termos ou duas orações de igual função, acrescentando-lhes, porém, uma ideia de ressalva de pensamentos, que pode indicar oposição, retificação, restrição, compensação, advertência ou contraste. São conjunções adversativas: mas, porém, todavia, contudo, entretanto, senão (= mas sim), no entanto, não obstante, e (= mas).
O exército do rei parecia invencível, não obstante foi derrotado.
Apetece cantar, mas ninguém canta.
3. ALTERNATIVAS
Ligam dois termos ou orações de sentido distinto, indicando que, ao cumprir-se um fato, o outro não se cumpre, adicionando-lhes uma ideia de alternância, escolha ou exclusão. São conjunções alternativas: ou (repetida ou não), ora, já, quer, seja, talvez (repetidos) etc.
Os sequestradores deviam render-se ou seriam mortos.
Ora lia, ora fingia ler para impressionar aos demais passageiros.
A conjunção ou também é usada para indicar equivalências. Neste caso, tem valor explicativo.
4. CONCLUSIVAS
Servem para ligar à anterior uma oração que exprime conclusão, adicionando-lhes uma ideia de dedução, inferência, ilação, consequência lógica. São conjunções conclusivas: logo, portanto, por conseguinte, pois (posposto ao verbo), por isso, então, assim.
O mal é irremediável; deves, pois, conformar-te.
Nas duas frases a experiência é a mesma. Na primeira não instrui, logo prejudica.
5. EXPLICATIVAS
Ligam duas orações, a segunda das quais explica ou justifica a ideia contida na primeira, adicionando-lhes uma ideia de explicação, justificativa, causa, motivo, razão.. São conjunções explicativas: que, porque, porquanto, pois (anteposto ao verbo).
Não solte balões, que podem causar incêndios.
Dorme cá, pois quero mostrar-lhe as minhas fazendas.
OBSERVAÇÃO:
A conjunção e pode apresentar-se com sentido adversativo:
Sofrem duras privações e [= mas] não se queixam.
Tanto tenho aprendido e não sei nada.
A conjunção mas pode-se apresentar com sentido aditivo:
Era bela, mas [= e] principalmente era delicada.
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
1. CAUSAIS
Introduzem orações que exprimem causa, motivo, razão: porque, que, pois, como, porquanto, visto que, visto como, já que, uma vez que, desde que, pois que, por isso que, na medida em que.
O tambor soa porque é oco.
Como as pernas trôpegas exigiam repouso, descia raro à cidade.
2. COMPARATIVAS
Introduzem orações que representam o segundo elemento de uma comparação, analogia, paralelo: como, (tal) qual, tal e qual, assim como, (tal) como, (tão ou tanto) como, (mais) que ou do que, (menos) que ou do que, (tanto) quanto, que nem, feito (=como, do mesmo modo que), o mesmo que (=como), (maior) que ou do que, (menor) que ou do que, (melhor) que ou do que, (pior) que ou do que, bem como, como se.
Os pedestres se cruzavam pelas ruas que nem formigas apressadas.
Mais do que as palavras, falavam os fatos.
3. CONCESSIVAS
Iniciam orações que exprimem um fato que se concede, que se admite, em oposição a outro, concessão, permissão, contraste, consentimento, licença, quebra de expectativa: embora, conquanto, ainda que, mesmo que, ainda quando, mesmo quando, posto que, por mais que, por menos que, por muito que, por pouco que, por melhor que, por pior que, se bem que, em que (pese), nem que, dado que, sem que (=embora não), bem que.
Beba, nem que seja um pouco.
Nem que a matassem, confessava.
4. CONDICIONAIS
Iniciam orações que exprimem condição, pré-requisito, hipótese ou algo supostamente esperado: se, caso, contanto que, desde que, salvo se, exceto se, sem que (=se não), a não ser que, a menos que, dado que.
Comprarei o quadro, desde que não seja caro.
- A entrevista ficou marcada para as quatro da tarde, caso você não prefira ir à noite.
5. CONFORMATIVAS
Indicam conformidade de um fato com outro, consonância, igualdade, semelhança, concordância: como, conforme, segundo, consoante.
As coisas não são como (ou conforme) dizem.
Cada um tinha razão levando a vida consoante a criação da sua alma.
6. CONSECUTIVAS
Iniciam orações que exprimem consequência, resultado, produto: que (precedido dos termos intensivos tal, tão, tanto, tamanho, às vezes subentendidos), de sorte que, de modo que, de forma que, de maneira que, sem que, que (não).
Não podem ver um cachorro na rua sem que o persigam.
Foi tão rápida a saída que jandira achou graça.
7. FINAIS
Iniciam orações que exprimem finalidade, objetivo, intenção, intuito: para que, a fim de que, que (= para que), porque.
Falei-lhe com bons termos, a fim de que não se ofendesse.
Não bastava a sua boa vontade para que tudo se arranjasse.
8. PROPORCIONAIS
Iniciam orações que exprimem proporção direta ou inversa, proporcionalidade, simultaneidade, concomitância: à proporção que, à medida que, ao passo que, quanto mais...(tanto mais), quanto mais...(tanto menos), quanto menos...(tanto mais), quanto mais...(mais), (tanto)...quanto, enquanto, quanto mais...(menos), quanto menos...(mais).
Quanto mais as cidades crescem, mais problemas vão tendo.
À medida que avançavam, iam penetrando no coração da trovoada.
9. TEMPORAIS
Introduzem orações que exprimem tempo, momento, ocasião, época: quando, enquanto, logo que, mal (= logo que), sempre que, assim que, desde que, depois que, até que, agora que, ao mesmo tempo que, toda vez que, antes que, cada vez que, apenas, que (desde que).
4. CONCLUSIVAS
Servem para ligar à anterior uma oração que exprime conclusão, adicionando-lhes uma ideia de dedução, inferência, ilação, consequência lógica. São conjunções conclusivas: logo, portanto, por conseguinte, pois (posposto ao verbo), por isso, então, assim.
O mal é irremediável; deves, pois, conformar-te.
Nas duas frases a experiência é a mesma. Na primeira não instrui, logo prejudica.
5. EXPLICATIVAS
Ligam duas orações, a segunda das quais explica ou justifica a ideia contida na primeira, adicionando-lhes uma ideia de explicação, justificativa, causa, motivo, razão.. São conjunções explicativas: que, porque, porquanto, pois (anteposto ao verbo).
Não solte balões, que podem causar incêndios.
Dorme cá, pois quero mostrar-lhe as minhas fazendas.
OBSERVAÇÃO:
A conjunção e pode apresentar-se com sentido adversativo:
Sofrem duras privações e [= mas] não se queixam.
Tanto tenho aprendido e não sei nada.
A conjunção mas pode-se apresentar com sentido aditivo:
Era bela, mas [= e] principalmente era delicada.
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
1. CAUSAIS
Introduzem orações que exprimem causa, motivo, razão: porque, que, pois, como, porquanto, visto que, visto como, já que, uma vez que, desde que, pois que, por isso que, na medida em que.
O tambor soa porque é oco.
Como as pernas trôpegas exigiam repouso, descia raro à cidade.
2. COMPARATIVAS
Introduzem orações que representam o segundo elemento de uma comparação, analogia, paralelo: como, (tal) qual, tal e qual, assim como, (tal) como, (tão ou tanto) como, (mais) que ou do que, (menos) que ou do que, (tanto) quanto, que nem, feito (=como, do mesmo modo que), o mesmo que (=como), (maior) que ou do que, (menor) que ou do que, (melhor) que ou do que, (pior) que ou do que, bem como, como se.
Os pedestres se cruzavam pelas ruas que nem formigas apressadas.
Mais do que as palavras, falavam os fatos.
3. CONCESSIVAS
Iniciam orações que exprimem um fato que se concede, que se admite, em oposição a outro, concessão, permissão, contraste, consentimento, licença, quebra de expectativa: embora, conquanto, ainda que, mesmo que, ainda quando, mesmo quando, posto que, por mais que, por menos que, por muito que, por pouco que, por melhor que, por pior que, se bem que, em que (pese), nem que, dado que, sem que (=embora não), bem que.
Beba, nem que seja um pouco.
Nem que a matassem, confessava.
4. CONDICIONAIS
Iniciam orações que exprimem condição, pré-requisito, hipótese ou algo supostamente esperado: se, caso, contanto que, desde que, salvo se, exceto se, sem que (=se não), a não ser que, a menos que, dado que.
Comprarei o quadro, desde que não seja caro.
- A entrevista ficou marcada para as quatro da tarde, caso você não prefira ir à noite.
5. CONFORMATIVAS
Indicam conformidade de um fato com outro, consonância, igualdade, semelhança, concordância: como, conforme, segundo, consoante.
As coisas não são como (ou conforme) dizem.
Cada um tinha razão levando a vida consoante a criação da sua alma.
6. CONSECUTIVAS
Iniciam orações que exprimem consequência, resultado, produto: que (precedido dos termos intensivos tal, tão, tanto, tamanho, às vezes subentendidos), de sorte que, de modo que, de forma que, de maneira que, sem que, que (não).
Não podem ver um cachorro na rua sem que o persigam.
Foi tão rápida a saída que jandira achou graça.
7. FINAIS
Iniciam orações que exprimem finalidade, objetivo, intenção, intuito: para que, a fim de que, que (= para que), porque.
Falei-lhe com bons termos, a fim de que não se ofendesse.
Não bastava a sua boa vontade para que tudo se arranjasse.
8. PROPORCIONAIS
Iniciam orações que exprimem proporção direta ou inversa, proporcionalidade, simultaneidade, concomitância: à proporção que, à medida que, ao passo que, quanto mais...(tanto mais), quanto mais...(tanto menos), quanto menos...(tanto mais), quanto mais...(mais), (tanto)...quanto, enquanto, quanto mais...(menos), quanto menos...(mais).
Quanto mais as cidades crescem, mais problemas vão tendo.
À medida que avançavam, iam penetrando no coração da trovoada.
9. TEMPORAIS
Introduzem orações que exprimem tempo, momento, ocasião, época: quando, enquanto, logo que, mal (= logo que), sempre que, assim que, desde que, depois que, até que, agora que, ao mesmo tempo que, toda vez que, antes que, cada vez que, apenas, que (desde que).
Desde que o mundo existe, sempre houve guerras.
Sempre que posso, vou onde as recordações me chamam.
10. INTEGRANTES
Introduzem orações que funcionam como substantivos: que, se.
Pedi-lhe que me desculpasse. (Pedi-lhe desculpas)
Não sei, sequer, se me viste, não vou jurar que me vias..
Sempre que posso, vou onde as recordações me chamam.
10. INTEGRANTES
Introduzem orações que funcionam como substantivos: que, se.
Pedi-lhe que me desculpasse. (Pedi-lhe desculpas)
Não sei, sequer, se me viste, não vou jurar que me vias..
É comum o uso da conjunção mas para indicar aprovação ou desapontamento.
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