Pílulas do Conhecimento - Programa 14 - Análise Sintática
A análise sintática examina a estrutura de um período que pode ser dividido em orações e determina a função sintática dos termos de cada oração. Neste texto, daremos uma breve noção do que é frase, oração, período e falaremos dos termos que compõem as orações:
TERMOS ESSENCIAIS
Sujeito
Predicado
Predicativo
TERMOS INTEGRANTES
Objeto direto
Objeto direto preposicionado
Objeto direto pleonástico
Objeto indireto
Objeto indireto pleonástico
Complemento nominal
Agente da passiva
TERMOS ACESSÓRIOS
Adjunto adnominal
Adjunto adverbial
Aposto
Vocativo
Abordaremos o período composto por coordenação e o por subordinação na página de classificação das orações. Uma outra postagem deste blog trata da análise de orações, uma revisão de muitos assuntos vistos aqui.
FRASE
É todo enunciado capaz de transmitir tudo que pensamos a quem nos ouve:
Cuidado!
Que horror!
Por que agridem a natureza?
TERMOS ESSENCIAIS
Sujeito
Predicado
Predicativo
TERMOS INTEGRANTES
Objeto direto
Objeto direto preposicionado
Objeto direto pleonástico
Objeto indireto
Objeto indireto pleonástico
Complemento nominal
Agente da passiva
TERMOS ACESSÓRIOS
Adjunto adnominal
Adjunto adverbial
Aposto
Vocativo
Abordaremos o período composto por coordenação e o por subordinação na página de classificação das orações. Uma outra postagem deste blog trata da análise de orações, uma revisão de muitos assuntos vistos aqui.
FRASE
É todo enunciado capaz de transmitir tudo que pensamos a quem nos ouve:
Cuidado!
Que horror!
Por que agridem a natureza?
As frases que não apresentam verbo ou locução verbal são chamadas de frases nominais. Por serem curtas e diretas, são usadas em propagandas, manchetes de jornais e revistas e títulos de livros, filmes, programas de TV etc.
Têm diversas finalidades. Dependendo da intenção, classificam-se em: declarativas (o emissor afirma ou nega algo), interrogativas (o emissor desconhece algo e pergunta ao interlocutor sobre ele, e espera obter uma resposta), exclamativas (o emissor expressa um sentimento), imperativas (o emissor expressa ordem, pedido, conselho, súplica ou convite) ou optativas (o emissor expressa desejo).
ORAÇÃO
É a frase que apresenta sujeito e predicado ou apenas predicado:
Nossa viagem será longa.
Choveu durante a noite.
PERÍODO
É um enunciado composto de uma ou mais orações. Pode ser simples (apenas uma oração) ou composto (mais de uma oração). De uma forma prática, cada oração é organizada em torno de um verbo:
Período simples:
O amor vence sempre.
Período composto:
O comandante garante que a tropa chegará a tempo.
Notem que, no simples, só existe um verbo ou locução verbal. Pode ser chamado também de oração absoluta. No composto, existem 2 ou mais verbos ou locuções verbais. No exemplo acima, temos a oração principal (O comandante garante) e a segunda oração, que, no caso, é subordinada (que a tropa chegará a tempo). Observem que cada oração tem seu verbo. Orações coordenadas e subordinadas fazem parte do período composto e serão estudadas em outros artigos deste blog. Passaremos, agora, ao estudo dos termos que integram a análise sintática, com uma abordagem fácil e descomplicada.
TERMOS ESSENCIAIS
SUJEITO
É o ser a respeito do qual se dá uma informação. Por ser função substantiva, é constituído de um substantivo, pronome pessoal do caso reto, pronome de tratamento, pronome demonstrativo, pronome indefinido, pronome interrogativo, pronome relativo, numeral, termo substantivado ou oração subordinada substantiva subjetiva. Eventualmente, um pronome pessoal oblíquo pode funcionar como sujeito, com os verbos causativos - que expressam uma relação de causa (deixar, mandar e fazer) e sensitivos - que indicam a existência de um dos sentidos (ver, ouvir e sentir). O sujeito possui um núcleo e ao redor dele podem aparecer palavras secundárias como artigos, numerais, pronomes e adjetivos:
Todos os ligeiros rumores da mata tinham uma voz para a selvagem filha do sertão.
Sujeito: Todos os ligeiros rumores da mata.
Núcleo do sujeito: rumores
O sujeito pode ser:
simples ou composto
Simples
Um só núcleo do sujeito:
O gato bebeu o leite.
Composto
Mais de um núcleo:
Jairo e Mônica foram à escola juntos.
expresso ou oculto
Expresso
Quando está explícito:
Eu viajarei amanhã.
Oculto
Quando está implícito:
Viajarei amanhã. (sujeito oculto: Eu, deduzido da desinência do verbo)
agente, paciente ou agente e paciente
Agente ou ativo
Aquele que pratica a ação imposta pelo verbo:
O remorso atormenta o criminoso.
Paciente ou passivo
Aquele que sofre a ação:
O criminoso é atormentado pelo remorso.
Agente e paciente ou reflexivo
Aquele que pratica e sofre a ação imposta por verbos reflexivos:
O vidraceiro feriu-se.
Indeterminado
Quando não se indica o agente da ação verbal. Pode-se apresentar de três formas:
1) Usando-se o verbo na 3ª pessoa do plural:
Atropelaram uma senhora na esquina.
2) Usando-se o verbo (transitivo indireto, intransitivo, de ligação ou transitivo direto seguido de objeto direto preposicionado) na 3ª pessoa do singular acompanhado do pronome se, que neste caso passa a ser índice de indeterminação do sujeito:
Precisa-se de operários.
Vive-se com conforto.
Está-se feliz nesta casa.
Estima-se aos mais velhos.
3) Segundo Cegalla, usando-se o verbo no infinitivo impessoal:
É triste assistir a estas cenas repulsivas.
Obs: Neste item 3, é importante deixar claro que o sujeito indeterminado é referente ao verbo assistir.
Inexistente
São orações construídas com verbos impessoais. O conteúdo verbal não é atribuído a nenhum ser:
Ventava muito durante o desfile.
São verbos impessoais:
ORAÇÃO
É a frase que apresenta sujeito e predicado ou apenas predicado:
Nossa viagem será longa.
Choveu durante a noite.
PERÍODO
É um enunciado composto de uma ou mais orações. Pode ser simples (apenas uma oração) ou composto (mais de uma oração). De uma forma prática, cada oração é organizada em torno de um verbo:
Período simples:
O amor vence sempre.
Período composto:
O comandante garante que a tropa chegará a tempo.
Notem que, no simples, só existe um verbo ou locução verbal. Pode ser chamado também de oração absoluta. No composto, existem 2 ou mais verbos ou locuções verbais. No exemplo acima, temos a oração principal (O comandante garante) e a segunda oração, que, no caso, é subordinada (que a tropa chegará a tempo). Observem que cada oração tem seu verbo. Orações coordenadas e subordinadas fazem parte do período composto e serão estudadas em outros artigos deste blog. Passaremos, agora, ao estudo dos termos que integram a análise sintática, com uma abordagem fácil e descomplicada.
TERMOS ESSENCIAIS
SUJEITO
É o ser a respeito do qual se dá uma informação. Por ser função substantiva, é constituído de um substantivo, pronome pessoal do caso reto, pronome de tratamento, pronome demonstrativo, pronome indefinido, pronome interrogativo, pronome relativo, numeral, termo substantivado ou oração subordinada substantiva subjetiva. Eventualmente, um pronome pessoal oblíquo pode funcionar como sujeito, com os verbos causativos - que expressam uma relação de causa (deixar, mandar e fazer) e sensitivos - que indicam a existência de um dos sentidos (ver, ouvir e sentir). O sujeito possui um núcleo e ao redor dele podem aparecer palavras secundárias como artigos, numerais, pronomes e adjetivos:
Todos os ligeiros rumores da mata tinham uma voz para a selvagem filha do sertão.
Sujeito: Todos os ligeiros rumores da mata.
Núcleo do sujeito: rumores
O sujeito pode ser:
simples ou composto
Simples
Um só núcleo do sujeito:
O gato bebeu o leite.
Composto
Mais de um núcleo:
Jairo e Mônica foram à escola juntos.
expresso ou oculto
Expresso
Quando está explícito:
Eu viajarei amanhã.
Oculto
Quando está implícito:
Viajarei amanhã. (sujeito oculto: Eu, deduzido da desinência do verbo)
agente, paciente ou agente e paciente
Agente ou ativo
Aquele que pratica a ação imposta pelo verbo:
O remorso atormenta o criminoso.
Paciente ou passivo
Aquele que sofre a ação:
O criminoso é atormentado pelo remorso.
Agente e paciente ou reflexivo
Aquele que pratica e sofre a ação imposta por verbos reflexivos:
O vidraceiro feriu-se.
Indeterminado
Quando não se indica o agente da ação verbal. Pode-se apresentar de três formas:
1) Usando-se o verbo na 3ª pessoa do plural:
Atropelaram uma senhora na esquina.
2) Usando-se o verbo (transitivo indireto, intransitivo, de ligação ou transitivo direto seguido de objeto direto preposicionado) na 3ª pessoa do singular acompanhado do pronome se, que neste caso passa a ser índice de indeterminação do sujeito:
Precisa-se de operários.
Vive-se com conforto.
Está-se feliz nesta casa.
Estima-se aos mais velhos.
3) Segundo Cegalla, usando-se o verbo no infinitivo impessoal:
É triste assistir a estas cenas repulsivas.
Obs: Neste item 3, é importante deixar claro que o sujeito indeterminado é referente ao verbo assistir.
Inexistente
São orações construídas com verbos impessoais. O conteúdo verbal não é atribuído a nenhum ser:
Ventava muito durante o desfile.
São verbos impessoais:
1) Haver no sentido de existir, realizar-se, fazer, acontecer:
Havia quadros nas paredes.
2) Fazer, passar, ser e estar com referência ao tempo:
Faz muito calor naquela cidade.
3) Verbos que exprimem fenômenos meteorológicos:
Ontem choveu muito.
ATENÇÃO: Usados em sentido figurado, esses verbos têm sujeito.
Choveram pétalas sobre a imagem da santa.
PREDICADO
Há três tipos de predicado na análise sintática:
Nominal
Verbal
Verbo-nominal
PREDICADO NOMINAL
Seu núcleo é um nome. É ligado ao sujeito por um verbo de ligação:
Nossas praias são lindíssimas.
Sujeito: Nossas praias
Núcleo do sujeito: praias
Predicado nominal: são lindíssimas
Verbo de ligação: são
Predicativo do sujeito: lindíssimas
ATENÇÃO: O predicativo do sujeito é uma qualidade ligada ao sujeito pelo verbo de ligação. São verbos de ligação: ser, estar, permanecer, ficar, parecer, continuar, andar, virar, tornar-se.
Todas as classes gramaticais, exceto artigo, preposição, conjunção e interjeição, podem exercer a função sintática de predicativo do sujeito.
PREDICADO VERBAL
Seu núcleo é um verbo seguido ou não de complemento ou termos acessórios. Classifica-se em:
Intransitivo
Transitivo direto
Transitivo indireto
Transitivo direto e indireto
Intransitivo
O verbo não precisa de complemento, já têm sentido completo. Pode vir acompanhado de adjunto adverbial ou predicativo.
Carlos morreu.
Sujeito: Carlos
Predicado verbal: morreu (verbo intransitivo)
Transitivo direto
O verbo precisa de complemento que é ligado a ele de forma direta, ou seja, sem o auxílio de preposição. Este complemento chama-se objeto direto.
Comprei um novo aparelho.
Sujeito: Eu (oculto)
Predicado verbal: comprei um novo aparelho.
Verbo transitivo direto: comprei
Objeto direto: um novo aparelho.
Transitivo indireto
O verbo precisa de complemento que é ligado a ele de forma indireta, ou seja, com o auxílio de preposição. Este complemento chama-se objeto indireto.
Todos precisam de afeto.
Sujeito: Todos
Predicado verbal: precisam de afeto
Verbo transitivo indireto: precisam
Objeto indireto: de afeto
Transitivo direto e indireto
O verbo necessita dos dois complementos: o direto e o indireto.
A empresa fornece comida aos trabalhadores.
Sujeito: A empresa
Núcleo do sujeito: empresa
Predicado verbal: fornece comida aos trabalhadores
Verbo transitivo direto e indireto: fornece
Objeto direto: comida
Objeto indireto: aos trabalhadores
PREDICADO VERBO-NOMINAL
Tem dois núcleos significativos: um verbo e um nome. Formado por um verbo transitivo ou intransitivo e um predicativo do sujeito ou do objeto.
Isabel fez os doces nervosa.
Sujeito: Isabel
Predicado verbo-nominal: fez os doces nervosa
Verbo transitivo direto: fez
Objeto direto: os doces
Predicativo do sujeito: nervosa (...fez os doces e estava nervosa)
A ganância deixou pobre o avarento comerciante.
Sujeito: A ganância
Núcleo do sujeito: ganância
Predicado verbo-nominal: deixou pobre o avarento comerciante
Verbo transitivo direto: deixou
Objeto direto: o avarento comerciante
Predicativo do objeto: pobre
ATENÇÃO!! O predicativo do objeto é uma qualidade ligada ao objeto: O avarento comerciante está pobre. Normalmente se refere ao objeto direto. Eventualmente, pode-se referir ao objeto indireto, porém apenas com o verbo chamar.
PREDICATIVO
Há o predicativo do sujeito e do objeto.
PREDICATIVO DO SUJEITO
É o termo que exprime um atributo, qualidade, estado ou modo de ser do sujeito, ao qual se prende por um verbo de ligação, transitivo ou intransitivo, que está presente no predicado nominal e no verbo-nominal. Pode ser representado por um substantivo, adjetivo, pronome, numeral, advérbio ou oração subordinada substantiva predicativa.
A casa era de vidro.
A vida tornou-se insuportável.
A ilha parecia um monstro.
O menino abriu a porta ansioso.
PREDICATIVO DO OBJETO
É o termo que se refere ao objeto de um verbo transitivo direto ou indireto, que aparece apenas no predicado verbo-nominal. Pode ser representado por um adjetivo ou substantivo. Normalmente, se refere ao objeto direto, ocorre predicativo do objeto indireto com o verbo chamar - no sentido de nomear.
O juiz declarou o réu inocente.
Alguns chamam-no (de) impostor.
Os inimigos chamam-lhe (de) traidor.
A mãe viu-o desanimado.
TERMOS INTEGRANTES
OBJETO DIRETO
É o complemento de verbos transitivos diretos. Este complemento, normalmente, vem ligado ao verbo sem auxílio de preposição. Por ser função substantiva, é representado por um substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo, qualquer termo substantivado ou oração subordinada substantiva objetiva direta.
João comprou uma bola.
ATENÇÃO!! O objeto direto só existe nas vozes ativa e reflexiva. Este torna-se sujeito da voz passiva.
Uma bola foi comprada por João.
OBJETO DIRETO PREPOSICIONADO
É o complemento de verbos transitivos diretos com o auxílio de preposição. Isso acontece principalmente:
1) quando o objeto direto é pronome pessoal tônico (obrigatoriamente preposicionado):
Deste modo, prejudicas a ti e a ela.
2) quando o objeto é pronome relativo quem (obrigatoriamente preposicionado):
Pedro Severiano tinha um filho a quem idolatrava.
3) Para evitar ambiguidades (obrigatoriamente preposicionado):
Convence, enfim, ao pai o filho amado.
4) Com os verbos que exprimem sentimentos, referindo-se a pessoas (facultativamente preposicionado):
Judas traiu a Cristo.
Havia quadros nas paredes.
2) Fazer, passar, ser e estar com referência ao tempo:
Faz muito calor naquela cidade.
3) Verbos que exprimem fenômenos meteorológicos:
Ontem choveu muito.
ATENÇÃO: Usados em sentido figurado, esses verbos têm sujeito.
Choveram pétalas sobre a imagem da santa.
PREDICADO
Há três tipos de predicado na análise sintática:
Nominal
Verbal
Verbo-nominal
PREDICADO NOMINAL
Seu núcleo é um nome. É ligado ao sujeito por um verbo de ligação:
Nossas praias são lindíssimas.
Sujeito: Nossas praias
Núcleo do sujeito: praias
Predicado nominal: são lindíssimas
Verbo de ligação: são
Predicativo do sujeito: lindíssimas
ATENÇÃO: O predicativo do sujeito é uma qualidade ligada ao sujeito pelo verbo de ligação. São verbos de ligação: ser, estar, permanecer, ficar, parecer, continuar, andar, virar, tornar-se.
Todas as classes gramaticais, exceto artigo, preposição, conjunção e interjeição, podem exercer a função sintática de predicativo do sujeito.
PREDICADO VERBAL
Seu núcleo é um verbo seguido ou não de complemento ou termos acessórios. Classifica-se em:
Intransitivo
Transitivo direto
Transitivo indireto
Transitivo direto e indireto
Intransitivo
O verbo não precisa de complemento, já têm sentido completo. Pode vir acompanhado de adjunto adverbial ou predicativo.
Carlos morreu.
Sujeito: Carlos
Predicado verbal: morreu (verbo intransitivo)
Transitivo direto
O verbo precisa de complemento que é ligado a ele de forma direta, ou seja, sem o auxílio de preposição. Este complemento chama-se objeto direto.
Comprei um novo aparelho.
Sujeito: Eu (oculto)
Predicado verbal: comprei um novo aparelho.
Verbo transitivo direto: comprei
Objeto direto: um novo aparelho.
Transitivo indireto
O verbo precisa de complemento que é ligado a ele de forma indireta, ou seja, com o auxílio de preposição. Este complemento chama-se objeto indireto.
Todos precisam de afeto.
Sujeito: Todos
Predicado verbal: precisam de afeto
Verbo transitivo indireto: precisam
Objeto indireto: de afeto
Transitivo direto e indireto
O verbo necessita dos dois complementos: o direto e o indireto.
A empresa fornece comida aos trabalhadores.
Sujeito: A empresa
Núcleo do sujeito: empresa
Predicado verbal: fornece comida aos trabalhadores
Verbo transitivo direto e indireto: fornece
Objeto direto: comida
Objeto indireto: aos trabalhadores
PREDICADO VERBO-NOMINAL
Tem dois núcleos significativos: um verbo e um nome. Formado por um verbo transitivo ou intransitivo e um predicativo do sujeito ou do objeto.
Isabel fez os doces nervosa.
Sujeito: Isabel
Predicado verbo-nominal: fez os doces nervosa
Verbo transitivo direto: fez
Objeto direto: os doces
Predicativo do sujeito: nervosa (...fez os doces e estava nervosa)
A ganância deixou pobre o avarento comerciante.
Sujeito: A ganância
Núcleo do sujeito: ganância
Predicado verbo-nominal: deixou pobre o avarento comerciante
Verbo transitivo direto: deixou
Objeto direto: o avarento comerciante
Predicativo do objeto: pobre
ATENÇÃO!! O predicativo do objeto é uma qualidade ligada ao objeto: O avarento comerciante está pobre. Normalmente se refere ao objeto direto. Eventualmente, pode-se referir ao objeto indireto, porém apenas com o verbo chamar.
PREDICATIVO
Há o predicativo do sujeito e do objeto.
PREDICATIVO DO SUJEITO
É o termo que exprime um atributo, qualidade, estado ou modo de ser do sujeito, ao qual se prende por um verbo de ligação, transitivo ou intransitivo, que está presente no predicado nominal e no verbo-nominal. Pode ser representado por um substantivo, adjetivo, pronome, numeral, advérbio ou oração subordinada substantiva predicativa.
A casa era de vidro.
A vida tornou-se insuportável.
A ilha parecia um monstro.
O menino abriu a porta ansioso.
PREDICATIVO DO OBJETO
É o termo que se refere ao objeto de um verbo transitivo direto ou indireto, que aparece apenas no predicado verbo-nominal. Pode ser representado por um adjetivo ou substantivo. Normalmente, se refere ao objeto direto, ocorre predicativo do objeto indireto com o verbo chamar - no sentido de nomear.
O juiz declarou o réu inocente.
Alguns chamam-no (de) impostor.
Os inimigos chamam-lhe (de) traidor.
A mãe viu-o desanimado.
TERMOS INTEGRANTES
OBJETO DIRETO
É o complemento de verbos transitivos diretos. Este complemento, normalmente, vem ligado ao verbo sem auxílio de preposição. Por ser função substantiva, é representado por um substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo, qualquer termo substantivado ou oração subordinada substantiva objetiva direta.
João comprou uma bola.
ATENÇÃO!! O objeto direto só existe nas vozes ativa e reflexiva. Este torna-se sujeito da voz passiva.
Uma bola foi comprada por João.
OBJETO DIRETO PREPOSICIONADO
É o complemento de verbos transitivos diretos com o auxílio de preposição. Isso acontece principalmente:
1) quando o objeto direto é pronome pessoal tônico (obrigatoriamente preposicionado):
Deste modo, prejudicas a ti e a ela.
2) quando o objeto é pronome relativo quem (obrigatoriamente preposicionado):
Pedro Severiano tinha um filho a quem idolatrava.
3) Para evitar ambiguidades (obrigatoriamente preposicionado):
Convence, enfim, ao pai o filho amado.
4) Com os verbos que exprimem sentimentos, referindo-se a pessoas (facultativamente preposicionado):
Judas traiu a Cristo.
5) Com pronomes indefinidos (facultativamente preposicionado):
O barulho atrapalhou a todos.
6) Para dar ideia de parte, porção (facultativamente preposicionado):
Bebi de seu vinho.
7) Com o nome próprio Deus (obrigatoriamente preposicionado):
A Igreja orienta que todos amem a Deus.
OBJETO DIRETO PLEONÁSTICO
Quando se quer chamar atenção para o objeto direto que precede o verbo, costuma-se repeti-lo por meio do pronome oblíquo. A esse objeto repetido sob forma pronominal chama-se pleonástico, enfático ou redundante.
O dinheiro, Jaime os trazia escondico nas mangas da camisa.
Extra: Denomina-se objeto direto interno, cognato ou intrínseco o objeto direto cujo núcleo possui um radical semelhante ao do verbo da oração ou com sentido dentro do mesmo campo semântico. Sempre vem acompanhado de um adjetivo, para evitar redundância.
OBJETO INDIRETO
É o complemento de verbos transitivos indiretos. Esse complemento vem ligado ao verbo por meio de preposição. Pode ser representado por um substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo, termo substantivado ou oração subordinada substantiva objetiva indireta.
Os filhos precisam de carinho.
Assisti ao jogo.
OBJETO INDIRETO PLEONÁSTICO
Da mesma forma que o objeto direto, o objeto indireto pode vir repetido ou reforçado por ênfase:
A mim ensinou-me tudo.
Extra: Denomina-se objeto indireto por extensão o complemento indireto de verbo não transitivo indireto. Com pronome oblíquo tônico, muitos gramáticos denominam objeto indireto de opinião, outros, dativo de opinião. Com pronome oblíquo átono, muitos estudiosos da língua denominam pronome de interesse, dativo ético ou de proveito, para outros, é um mero expletivo.
OBJETO DIRETO PLEONÁSTICO
Quando se quer chamar atenção para o objeto direto que precede o verbo, costuma-se repeti-lo por meio do pronome oblíquo. A esse objeto repetido sob forma pronominal chama-se pleonástico, enfático ou redundante.
O dinheiro, Jaime os trazia escondico nas mangas da camisa.
Extra: Denomina-se objeto direto interno, cognato ou intrínseco o objeto direto cujo núcleo possui um radical semelhante ao do verbo da oração ou com sentido dentro do mesmo campo semântico. Sempre vem acompanhado de um adjetivo, para evitar redundância.
OBJETO INDIRETO
É o complemento de verbos transitivos indiretos. Esse complemento vem ligado ao verbo por meio de preposição. Pode ser representado por um substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo, termo substantivado ou oração subordinada substantiva objetiva indireta.
Os filhos precisam de carinho.
Assisti ao jogo.
OBJETO INDIRETO PLEONÁSTICO
Da mesma forma que o objeto direto, o objeto indireto pode vir repetido ou reforçado por ênfase:
A mim ensinou-me tudo.
Extra: Denomina-se objeto indireto por extensão o complemento indireto de verbo não transitivo indireto. Com pronome oblíquo tônico, muitos gramáticos denominam objeto indireto de opinião, outros, dativo de opinião. Com pronome oblíquo átono, muitos estudiosos da língua denominam pronome de interesse, dativo ético ou de proveito, para outros, é um mero expletivo.
A função de objeto não é exercida só por substantivos.
Os pronomes o, a, os, as funcionam como objeto direto.
Os pronomes lhe, lhes funcionam como objeto direto.
Os pronomes me, te, se, nos e vos podem funcionar como objeto direto ou indireto.
COMPLEMENTO NOMINAL
É o complemento de nomes (substantivos, adjetivos e advérbios) sempre regido de preposição, reclamado pela sua significação transitiva incompleta. Representa o alvo da declaração expressa por um nome. Pode ser representado por um substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo, termo substantivado ou oração subordinada substantiva completiva nominal.
A defesa da pátria.
O respeito às leis.
ATENÇÃO!! COMPLEMENTO NOMINAL X OBJETO INDIRETO
A diferença entre o complemento nominal e o objeto indireto é que, apesar de ambos serem precedidos de preposição, este complementa verbos e aquele complementa nomes.
AGENTE DA PASSIVA
É o complemento de um verbo na voz passiva. Representa o ser que pratica a ação expressa pelo verbo passivo. Geralmente, vem acompanhado pela preposição por e, eventualmente, da preposição de. É representado por substantivo, pronome, numeral ou oração subordinada substantiva agente da passiva:
Uma bola foi comprada por João. (João praticou a ação de comprar)
COMPLEMENTO NOMINAL
É o complemento de nomes (substantivos, adjetivos e advérbios) sempre regido de preposição, reclamado pela sua significação transitiva incompleta. Representa o alvo da declaração expressa por um nome. Pode ser representado por um substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo, termo substantivado ou oração subordinada substantiva completiva nominal.
A defesa da pátria.
O respeito às leis.
ATENÇÃO!! COMPLEMENTO NOMINAL X OBJETO INDIRETO
A diferença entre o complemento nominal e o objeto indireto é que, apesar de ambos serem precedidos de preposição, este complementa verbos e aquele complementa nomes.
AGENTE DA PASSIVA
É o complemento de um verbo na voz passiva. Representa o ser que pratica a ação expressa pelo verbo passivo. Geralmente, vem acompanhado pela preposição por e, eventualmente, da preposição de. É representado por substantivo, pronome, numeral ou oração subordinada substantiva agente da passiva:
Uma bola foi comprada por João. (João praticou a ação de comprar)
Embora seja um termo integrante, pode ser omitido.
ATENÇÃO!! Na voz passiva sintética não se declara o agente:
Assobiavam-se as canções dele nas ruas.
TERMOS ACESSÓRIOS
ADJUNTO ADNOMINAL
É o termo de valor adjetivo que serve para especificar ou delimitar o significado de um substantivo. É uma função adjetiva na oração. Pode ser expresso:
1) pelos adjetivos:
Na areia podemos fazer até castelos soberbos, onde abrigar o nosso íntimo sonho.
2) pelos artigos:
O ovo é a cruz que a galinha carrega na vida.
3) pelos pronomes adjetivos:
Vários vendedores de artesanato expunham suas mercadorias.
4) pelos numerais:
Casara-se havia duas semanas.
5) pelas locuções adjetivas:
Tinha uma memória de prodígio.
ATENÇÃO!! Na voz passiva sintética não se declara o agente:
Assobiavam-se as canções dele nas ruas.
TERMOS ACESSÓRIOS
ADJUNTO ADNOMINAL
É o termo de valor adjetivo que serve para especificar ou delimitar o significado de um substantivo. É uma função adjetiva na oração. Pode ser expresso:
1) pelos adjetivos:
Na areia podemos fazer até castelos soberbos, onde abrigar o nosso íntimo sonho.
2) pelos artigos:
O ovo é a cruz que a galinha carrega na vida.
3) pelos pronomes adjetivos:
Vários vendedores de artesanato expunham suas mercadorias.
4) pelos numerais:
Casara-se havia duas semanas.
5) pelas locuções adjetivas:
Tinha uma memória de prodígio.
6) pelas orações subordinadas adjetivas (restritivas ou explicativas):
Ele é um dos poucos diretores que é apreciado pelos funcionários.
O leão, que é um animal selvagem, atacou o domador.
Exemplo no agente da passiva:
Foi socorrido pelos dois médicos do hospital.
Núcleo - médicos
Adjuntos: os - artigo / dois - numeral adjetivo / do hospital - locução adjetiva
Exemplo no sujeito:
As nossas primeiras experiências científicas fracassaram.
Núcleo - experiências
Adjuntos: as - artigo / nossas - pronome possessivo adjetivo / primeiras - numeral adjetivo / científicas - adjetivo
ATENÇÃO!! ADJUNTO ADNOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL
Não se deve confundir o adjunto adnominal formado por locução adjetiva e o complemento nominal. Este é o paciente da ação expressa por um nome transitivo. Aquele representa o agente da ação ou a origem, qualidade de alguém ou de alguma coisa.
Eleição do presidente. (O presidente foi eleito, sofre a ação)
Discurso do presidente. (O presidente fez o discurso, pratica a ação)
O complemento nominal vem ligado por preposição ao substantivo, ao adjetivo ou ao advérbio cujo sentido integra ou limita. Já o adjunto adnominal serve para especificar ou delimitar o significado de um substantivo.
Se estiver ligado a substantivo concreto, é sempre adjunto adnominal.
ATENÇÃO!! ADJUNTO ADNOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL
Não se deve confundir o adjunto adnominal formado por locução adjetiva e o complemento nominal. Este é o paciente da ação expressa por um nome transitivo. Aquele representa o agente da ação ou a origem, qualidade de alguém ou de alguma coisa.
Eleição do presidente. (O presidente foi eleito, sofre a ação)
Discurso do presidente. (O presidente fez o discurso, pratica a ação)
O complemento nominal vem ligado por preposição ao substantivo, ao adjetivo ou ao advérbio cujo sentido integra ou limita. Já o adjunto adnominal serve para especificar ou delimitar o significado de um substantivo.
Se estiver ligado a substantivo concreto, é sempre adjunto adnominal.
Se indicar posse, é sempre adjunto adnominal.
Se estiver ligado a adjetivo ou advérbio, é sempre complemento nominal.
Se estiver ligado a substantivo abstrato com qualquer preposição, exceto a preposição de, é sempre complemento nominal.
Caso a preposição seja de, pode ser adjunto adnominal se o valor for ativo (executor da ação) ou complemento nominal se o valor for passivo (alvo da ação).
ADJUNTO ADVERBIAL
É o termo que exprime uma circunstância (de tempo, lugar, modo, causa, finalidade, etc.) ou, em outras palavras, que modifica o sentido de um verbo, adjetivo ou advérbio. Pode também se referir a uma oração inteira, expressando a opinião ou o ponto de vista do emissor. É uma função adverbial na oração. Pode vir representado:
1) por advérbio:
Aqui não passa ninguém.
2) por locução adverbial:
Lá embaixo aparece Jacarecanga sob o sol do meio-dia.
3) por oração subordinada adverbial:
Fechemos os olhos até que o sol comece a se pôr.
APOSTO
É uma palavra ou expressão que explica, enumera, especifica, resume, distribui ou compara outro termo da oração:
D. Pedro II, imperador do Brasil, foi um monarca sábio. É uma função substantiva da oração, pode ser representado por substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo ou oração subordinada apositiva.
Casas e pastos, árvores e plantações, tudo foi destruído pela enchente.
Prezamos acima de tudo duas coisas: a vida e a liberdade.
Minha irmã Beatriz é linda.
ATENÇÃO!! O aposto não pode ser formado por adjetivos, uma vez que este é termo de natureza substantiva. Nestes casos, tem-se um predicativo.
Desesperado, João perdeu o controle. (desesperado = predicativo do sujeito)
Se estiver ligado a adjetivo ou advérbio, é sempre complemento nominal.
Se estiver ligado a substantivo abstrato com qualquer preposição, exceto a preposição de, é sempre complemento nominal.
Caso a preposição seja de, pode ser adjunto adnominal se o valor for ativo (executor da ação) ou complemento nominal se o valor for passivo (alvo da ação).
ADJUNTO ADVERBIAL
É o termo que exprime uma circunstância (de tempo, lugar, modo, causa, finalidade, etc.) ou, em outras palavras, que modifica o sentido de um verbo, adjetivo ou advérbio. Pode também se referir a uma oração inteira, expressando a opinião ou o ponto de vista do emissor. É uma função adverbial na oração. Pode vir representado:
1) por advérbio:
Aqui não passa ninguém.
2) por locução adverbial:
Lá embaixo aparece Jacarecanga sob o sol do meio-dia.
3) por oração subordinada adverbial:
Fechemos os olhos até que o sol comece a se pôr.
APOSTO
É uma palavra ou expressão que explica, enumera, especifica, resume, distribui ou compara outro termo da oração:
D. Pedro II, imperador do Brasil, foi um monarca sábio. É uma função substantiva da oração, pode ser representado por substantivo, pronome substantivo, numeral substantivo ou oração subordinada apositiva.
Casas e pastos, árvores e plantações, tudo foi destruído pela enchente.
Prezamos acima de tudo duas coisas: a vida e a liberdade.
Minha irmã Beatriz é linda.
ATENÇÃO!! O aposto não pode ser formado por adjetivos, uma vez que este é termo de natureza substantiva. Nestes casos, tem-se um predicativo.
Desesperado, João perdeu o controle. (desesperado = predicativo do sujeito)
VOCATIVO [do latim vocare = chamar]
É o termo usado para chamar alguém ou alguma coisa.
A ordem, meus amigos, é a base do governo.
Meu nobre perdigueiro, vem comigo!
ATENÇÃO!! O vocativo é um termo independente. Não pertence à estrutura da oração, por isso não se anexa ao sujeito nem ao predicado, não se liga ao verbo nem ao nome.
ATENÇÃO!! O vocativo é um termo independente. Não pertence à estrutura da oração, por isso não se anexa ao sujeito nem ao predicado, não se liga ao verbo nem ao nome.
A posição mais comum do sujeito é no início da oração. Quando isso ocorre, dizemos que a oração está na ordem direta.
Porém, nada impede que o sujeito venha depois ou no meio do predicado. Quando isso ocorre, dizemos que a oração está na ordem inversa.
Com certos verbos, como existir, ocorrer, acontecer, faltar, sobrar e bastar, é comum o sujeito vir depois do verbo.
Quando o sujeito é representado por um pronome indefinido, semanticamente ele não pode ser identificado, mas, sintaticamente, não há um sujeito indeterminado, mas um sujeito simples.
O sujeito é sempre termo regente, não pode ser introduzido por preposição. Não devemos fazer a contração da preposição com o artigo ou pronome, uma vez que a preposição rege o verbo no infinitivo.
São impessoais também os verbos bastar e chegar seguidos da preposição de.
Apenas o verbo ser pode aparecer na 3ª pessoa do singular, concordando com o predicativo. Os demais são sempre usados na 3ª pessoa do singular, transferindo sua impessoalidade para o auxiliar da locução verbal. O verbo existir é pessoal, tem sujeito expresso na oração e com ele concordará.
Há verbos intransitivos que precisam de adjuntos adverbiais para formar o predicado. Na NGB, esses são chamados de intransitivos. Melhor seria chamá-los de transitivos circunstanciais, como faz Rocha Lima na Gramática Normativa da Língua Portuguesa.
A classificação do verbo quanto à transitividade depende do contexto.
Embora a gramática normativa não considere o verbo ter como impessoal, é comum na linguagem do dia a dia e até em autores consagrados, o uso desse verbo como substituto do verbo haver.
Embora a NGB classifique o agente da passiva como um termo integrante, na verdade não é, porque não completa o sentido do verbo. Observamos que a maioria das orações passivas não apresentam o agente da passiva.
Dependendo da relação estabelecida entre o sujeito e o verbo, a oração pode estar na voz ativa ou na voz passiva. A opção pode está relacionada ao que se quer pôr em evidência: o agente, o paciente ou a ação verbal em si.
Quando se opta pela voz passiva sintética, enfatiza-se a própria ação.
O adjunto adnominal refere-se a um nome sem a presença do verbo, enquanto o predicativo sempre está relacionado a um nome por um verbo (de ligação, intransitivo ou transitivo). O predicativo é um termo independente, enquanto o adjunto adnominal é parte de outro termo.
Ao substituir por um pronome, o adjunto adnominal desaparece e o predicativo permanece.
Conheço políticos honestos. - Conheço-os.
Considero esses políticos honestos. - Considero-os honestos.
Ao contrário do que ocorre com o objeto indireto, em que a preposição é apenas uma ligação entre o verbo e seu complemento, a preposição que introduz os adjuntos adverbiais tem valor semântico.
O adjunto adverbial pode se referir a qualquer tipo de verbo, inclusive o de ligação.
Entre o aposto e o nome a que se refere, há uma pausa, marcada na escrita por vírgula, dois-pontos, travessão ou parênteses. Somente o aposto especificativo não possui essa pausa.
Há casos em que o aposto se refere a uma oração inteira.
Quando o objeto indireto não representa uma coisa ou pessoa, mas sim o ser sobre o qual recai a ação, alguns chamam de complemento relativo.
Quando o adjunto adverbial é necessário, e por isso não pode ser considerado acessório, alguns chamam de complemento circunstancial.
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